ANGOLA: MIL MILHÕES EM LONDRES, MISÉRIA NAS RUAS DE LUANDA
Enquanto o Governo aumenta a dívida com bancos internacionais, o desemprego, a fome e a falta de medicamentos sufocam o povo angolano.
O ABISMO SOCIAL
A dívida que o Executivo contrai em Londres não chega aos pratos dos angolanos. O aumento assustador da prostituição e da criminalidade é o reflexo de um Governo que perdeu o controlo sobre a realidade social do país.
“Não há macroeconomia que resista à fome de um povo que vê a sua riqueza ser enviada para pagar juros no estrangeiro.”
O Reporter Angola continuará a denunciar o uso de fundos públicos e a exigir que o investimento seja feito onde realmente importa: nos hospitais, na criação de emprego e na segurança das nossas famílias.Enquanto os números nos ecrãs das bolsas de valores em Londres e Nova Iorque sobem, a realidade nas ruas de Angola desce a níveis insustentáveis. O portal Reporter Angola questiona hoje: Quem beneficia realmente dos 4,2 mil milhões de dólares que o Governo acaba de contrair em dívida externa? A Dívida que o Povo não Come O endividamento galopante junto de bancos internacionais britânicos é vendido como “estabilidade macroeconómica”, mas para o cidadão comum, a realidade é outra. O povo angolano está a ser hipotecado por uma dívida da qual não beneficia. Enquanto o Estado se endivida, o índice de desemprego atinge níveis históricos e a fome deixou de ser uma estatística para se tornar uma vizinha constante em milhares de lares. O Colapso dos Serviços Públicos O cenário nos hospitais do Governo é de autêntico desespero. A falta de medicamentos básicos e material gastável contrasta violentamente com as consultorias milionárias pagas em dólares. Saúde: Hospitais sem aspirina, enquanto o Estado paga juros que são o dobro da média global. Segurança: O aumento da criminalidade assustadora reflete a perda de controlo do Executivo sobre a ordem social. Degradação Social: O crescimento da prostituição por necessidade de sobrevivência é a prova final de uma sociedade em agonia. O Governo Perdeu o Controlo? A crise já não é apenas económica; é moral e social. O Executivo parece ter perdido a capacidade de reduzir o impacto desta crise na sociedade, limitando-se a gerir fluxos financeiros internacionais enquanto ignora o grito de quem não tem o que colocar na mesa. O Reporter Angola assume aqui o seu papel de Guardião da Verdade: Defender o povo é expor que este endividamento serve para alimentar um sistema que esqueceu o angolano comum.
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